Do tempo que íamos a pé para o bar e voltávamos caminhando pela madrugada, bêbadas e felizes. Naquelas ruas desertas as conversas eram loucas e as risadas aconteciam em profusão.
Na volta o sentimento era de satisfação: beijos trocados, olhares recebidos, bilhetes enviados e desejos despertados. Batendo papo de amigas bêbadas íamos caminhando pela madrugada.
De repente percebo ela mancando. Olho novamente e ela só estava com um sapato no pé....o outro sapato tinha ficado pra tras. E era daqueles sapatos de plataforma, plataforma alta. E ela andando e conversando sem perceber. Falei pra ela sobre o sapato e ambas olhamos pra trás. Lá no outro quarteirão no meio da calçada estava o sapato abandonado. Voltamos para buscar a plataforma esquecida.
O que uma dose etílica não faz com a sensibilidade da gente......
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
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Um comentário:
... Narrativa fluída, espontânea, envolvente!
Gostei.
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